sábado, 20 de dezembro de 2008
Antes "idiota" que infeliz
by Rocha,Denise
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Meio ambiente
Ao lermos a carta do chefe indígena Seatle ao então presidente dos EUA Franklin Pierce, podemos perceber toda a indignação de um chefe protegendo o seu bem mais precioso. Seu pedaço de terra, a sobrevivência de seu povo.
Mas além disso vemos nessa carta uma profunda declaração de amor à natureza e um grito de protesto contra o desrespeito ao meio ambiente, ela é na verdade um brado de um velho índio que carregava consigo toda a sabedoria de seu povo.
Ao comparar seu ponto de vista ao ponto de vista do "homem branco" em relação à natureza o chefe humildemente nos dá uma lição de respeito à vida.
E se refletíssemos sobre a mensagem passada pelo velho índio, a que conclusão chegaríamos ?
Não deveríamos nós "homens brancos" também amar cada punhado de areia da praia ou cada gota de seiva das árvores. Elas também não carregam lembranças do nosso povo ?
A terra também não á nossa mãe ? Posto que nos dá de comer, sustenta nossas casas e acolhe nossos corpos na hora da morte ?
Nossas águas também não são nossas irmãs? Também não saciam nossa sede ? Não nos lava a poeira e o cansaço? Não nos alimenta com seus peixes ? O murmúrio das águas também fala da memória de nossos ancestrais.
O "homem branco" se acha muito civilizado. Acredita que tendo uma bela aparência e uma bela casa encontrará a felicidade. Acha que cuidar de suas casas apenas basta. Sem se dar conta que sua verdadeira casa é o planeta inteiro.
Sim, nossa casa é muito grande e nós a dividimos com muitos outros moradores por isso é tão difícil organizá-la. Mas devemos fazer a nossa parte e cobrar dos outros que façam a sua também, assim como cobramos de nossos irmãos que não façam bagunça em nosso quarto.
TALVEZ O HOMEM BRANCO SEJA SELVAGEM E NÃO COMPREENDA!!!
Nós nos deixamos levar pela falsa idéia de importância. Nos julgamos superiores as outras espécies, sem nos darmos conta que somos a única que destrói o meio em que vive.
Somos burros pois não sabemos cuidar do que utilizamos. Simplesmente extraímos da terra o que precisamos e fazemos isso sem o mínimo de cuidado.
Fazemos isso por que acreditamos ser "senhores de tudo". Nos acostumamos a escravizar o que vemos como inferiores a nós. Escravizamos nossos irmãos por sua cor de pele ser diferente da nossa, escravizamos a terra que sempre foi tão gentil conosco.
Estamos no desumanizando aos poucos, deixando de valorizar a vida. Só fazemos pensar " a econômia tem que crescer", "preciso trabalhar mais", "meu Deus o dólar subiu", "meu Deus o dólar caiu".
Quando vamos perceber que não somos donos da terra mas apenas parte dela ?
Que NÃO, nós não tecemos o fio da vida, mas apenas somos parte dele ?
QUANDO PERCEBEREMOS QUE DINHEIRO NÃO SE COME ???
Quando estiver tudo acabado ?
ENFIM... TALVEZ O HOMEM BRANCO SEJA SELVAGEM E NÃO COMPREENDA !!!
domingo, 7 de dezembro de 2008
Atitudes numa empresa
Vamos ver outros aspectos que o profissional deve ter
Em primeiro lugar vamos falar: um pouco da vestimenta deve usar roupa social no local de trabalho pode ser simples e bem passada, ter uma boa empatia não pode fumar no local de trabalho para não atrapalha na sua produtividade.
Aqui vai algumas dicas para você profissional sempre procure deixar o seu local de trabalho organizado e limpo nunca deixe o lixo no departamento procure não es estressar com poucas coisas sempre organize suas atividade aqui vai algumas dicas para você como organizar as suas atividades sempre faça uma atividade depois a outra
Quando alguém pedir alguma coisa para você ai vem outra pedi outra coisa faca mais urgente primeiro quando isso acontecer pode dizer para pessoa é urgente?Não eu vou fazer do nosso amigo aqui primeiro depois eu faço o céu deixe aqui na mesa obrigado.
Se você não se organizar seu tempo e as tarefa você pode facilmente se estressar trabalhe sempre em união e seja amigos de todos, e procure ajudar a todos com amor.
Renato Dias dos Santos
Deficiente Icognitivo
Deficit Leve
by Rocha, Denise
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Nova lei de telemarketing ao lado do consumidor.
Procon diz que o consumidor deve ficar atento a alguns setores em especial e denunciar. "Preocupa mais, em primeiro lugar, o setor de planos de saúde e, em segundo, o setor de telefonia fixa", alerta o diretor-executivo do Procon-SP Robert Pfeiffer.
As novas regras também determinam que as respostas às reclamações dos consumidores não podem ser padrão. As respostas devem ser claras e objetivas.
As multas para as empresas que não cumprirem as regras podem chegar a R$ 3 milhões.
Direitos Sociais e do Consumidor
- Direitos à educação: direito de cada pessoa ao desenvolvimento pleno, ao preparo para exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho.
- Direitos à saúde: direito ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde, bem como à redução do risco de doença e de outros agravos.
- Direitos ao trabalho: direito a trabalhar, á livre escolha do trabalho, a condições iguais e satisfatórias de trabalho e á proteção contra o desemprego.
- Direito à moradia: direito a uma habitação permanente que possua condições dignas para se viver.
- Direitos ao lazer: direito a repouso e aos lazeres que permitam a programação social e o desenvolvimento sadio e harmonioso de cada indivíduo.
- Direito à segurança: direito do afastamento de todo e qualquer perigo e garantia de direitos individuais, sociais e coletivos.
- direito à previdência social: direito à segurança no desemprego; na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou em outros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.
- Direito à maternidade e à infância: direito da mulher, durante a gestação e o pós-parto, e de todos os indivíduos, deste momento de sua concepção e durante sua infância, à proteção e à prevenção contra a ocorrência de ameaça ou violação de seus direitos.
- Direito à assistência aos desamparados: direito de qualquer pessoa necessitada à assistência social, independentemente da contribuição à seguridade social.
Dois Sites Importantes para o Consumidor
ECA: http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L8069.htm
PROCON: http://www.procon.sp.gov.br/
By Juliana
Direitos Sociais e do Consumidor
Constituição Federal
A lei existe! Faça valer!!!
Informe-se participe
Não é só fome de comer
O Brasil tem fome de direitos
Faça valer!!!
E o artigo é o seis
São direitos sociais
A Educação, a Saúde.
O artigo é o seis! Faça valer!!!
O trabalho, a moradia.
O lazer, a segurança.
O artigo é seis!Faça valer!!!
Previdência social, a proteção.
À maternidade
Faça valer!!!
E o artigo é o seis
sábado, 29 de novembro de 2008
Não Deixe O Homem Continuar Acabando Com O Meio Ambiente
A cada dia que se passa o homem está cada vez mais acabando com o Meio Ambiente.
"Uma hora vai volta para você"
"Conserve seu Planeta"
By
Marcelo
Juliana
Preservando o Meio Ambiente
sábado, 22 de novembro de 2008
Atitudes na empresa
É essencial que o profissional tenha auto conhecimento, equilibrio e bom senso, que são pontos importantes para lidar com diferentes situações do cotidiano.
A pergunta mais frenquente em entrevistas realizadas em empresas, redações entre outros é: “Quem sou eu?” Essa pergunta costumar deixar os candidatos e alunos completamente confusos, porém, é uma das perguntas mais simples que existe.O que pode ser mais simpels do que falar de si próprio?Você tem muitas qualidades e muitos pontos a serem trabalhados para que venham a ser favoráveis a sua vida e carreira, por que não falar sobre eles?Claro, sempre utilizando o bom senso e observando o objetivo da pergunta, ou seja, qual a intenção com que a pergunta foi feita.
Essa pergunta é o inicio do Auto conhecimento, pois estimala a pensar, como realmente somos, como agimos, o que pensamos, como gostamos de resolver as coisas e como gostariamos que elas fossem, a partir deste passo surge o equilibrio que deve ser trabalhado a partir do momento em que “já nos descobrimos” e temos consciencia das vontades e sentimentos que brotam em nosso amago e de como podemos ponderar nossas atitudes para que não sejamos mal interpretados ou para que as coisas não se tornem sempre mais dramaticas ou mais elforicas do que realmente são.
Sucesso profissional
Para obter o sucesso profissional é necessário passar por um longo caminho, no qual iremos enfretar diversos obstáculos.
Um bom profissional deve saber posicionar-se diante de todas as situações , a isso damos o nome de flexibilidade, porém ele tem que seguir normas impostas pela instituição empregadora , chamado de Código de Ética e Conduta, neste Código a empresa costumar informar ao coloborador o que ela presa como certo e errado, para a boa convivencia profissional.
No dia a dia surge outras éticas em nossa vida, as quais podemos aprimor e seguir, ética emocional, social, educacional, familiar, quem sabe o tipo de Código que podemos criar para melhorar a convivencia com os demais.
Mas, para chegar ao sucesso profissional, não basta seguir os Códigos, é necessário ter o preparo intelectual, ou seja, formação academica/educacional, a qual chamamos de conhecimento, porém o conhecimento está aliado a um companheiro que supera as suas espectativas, esse aliado é o saber , pois este nos levaao entendimento, o conhecimento profundo que nos faz buscar e compreender o assunto abordado, é um viver, experimentar, saber ouvir, pensar, aprender e ter seriedade.
Por tanto o sucesso profissional está contido na busca pelo saber, pelo cumprimento de deveres e pela iniciativa pessoal de obter este sucesso.
Aceitando críticas
É importante saber aceitar críticas, pois elas são as melhoras amigas da descoberta para um novo modo de observar o nosso comportamento.
Sempre que nos colocamos a disposição para receber feedbacks, é interessante entendermos qual a melhor maneira para faze-los util em nossa vida e como podemos po-los em pratica.
A partir do momento em que conseguimos aceitar com maturidade e refletir sobre a critica feita, conseguimos também trocar experiencias profissionais com nossos colegas, o que torna o ambiente de trabalho muito rico e harmonioso.
Dica:
Livro: Mundo de Sophia
By Rocha, Denise
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Meio Ambiente
Reciclagem
A reciclagem é umas das alternativas para o tratamento do lixo urbano e contribui diretamente para a conservação do meio ambiente. Ela trata o lixo como matéria-prima que é reaproveitada para fazer novos produtos e traz benefícios para todos, como a diminuição da quantidade de lixo enviada para aterros sanitários, a diminuição da extração de recursos naturais, a melhoria da limpeza da cidade e o aumento da conscientização dos cidadãos a respeito do destino do lixo.
Existem diversas tecnologias disponíveis para a reciclagem das embalagens da Tetra Pak. A reciclagem das fibras e do plástico/alumínio que compõem a embalagem começa nas fábricas de papel, em um equipamento chamado "hidrapulper", semelhante a um liquidificador gigante.
O material composto de plástico/alumínio é destinado para fábricas de processamento de plásticos, onde é reciclado por meio de processos de secagem, trituração, extrusão e injeção. Ao final, esse material é usado para produzir peças plásticas como cabos de pá, vassouras, coletores e outros.
Transporte
O papel utilizado é o duplex, com uma camada branca, que não utiliza cloro para alvejamento, e uma parda. O papel é produzido a partir de florestas certificadas pelo Forest Stewardship Council - FSC. Os fornecedores de plástico e aluminio também são certificados pela ISO 14001.
O transporte de matérias-primas é otimizado, evitando gastos com combustíveis e minimizando a poluição. Na fábrica de Ponta Grossa - PR, as bobinas chegam via férrea.
Todas as etapas de produção de embalagens possuem metas, procedimentos e instruções para diminuir os impactos ambientais.
A colocação do alimento na embalagem é uma etapa crítica e bem controlada para evitar desperdícios.
Proteger a saúde do consumidor e garantir a qualidade nutricional do alimento envasado são algumas das vantagens da embalagem Tetra Pak, que também não precisa de refrigeração no ponto de vendas.
A Tetra Pak incentiva cidades que adotam a coleta seletiva através da confecção de folhetos educativos e apoio técnico às prefeituras e cooperativas de catadores. Esse trabalho é fundamental para que os materiais recicláveis sejam separados.
A reciclagem das embalagens da Tetra Pak começa nas indústrias de papel, em um equipamento chamado hidrapulper. Durante a agitação das embalagens, com água e sem produtos químicos, as fibras celulósicas são hidratadas, separando-se das camadas de plástico/alumínio. Essas fibras são, então, utilizadas na produção de papel reciclado para confecção de caixas e tubos pequenos. As camadas de plástico/alumínio são usadas para fabricar peças plásticas ou placas e telhas utilizadas na construção civil.
Coleta Seletiva
Obs: Fotos no Site
www.rotadareciclagem.com.br
By Juliana
domingo, 16 de novembro de 2008
Poema: Que Mundo Desejo?
Os políticos para serem o que são deveriam se especializar
Os líderes deveriam se unir para vencer
E não a cada problema, uma aliança se romper
Homem, considerado líder da cadeia alimentar
Deveria construir e não deteriorar
Pessoas inteligentes com mentes abertas
Deveriam agir bem e não "darem uma de espertas"
O mundo seria melhor se não houvesse dinheiro
E se todos se preocupassem com os outros por inteiro
Se não houvesse riquíssimos, mendigos e pobres
Se todos tivessem em seu peito um coração nobre
Talvez se houvesse um respeito pela natureza
Pois que ela é importante a todos, isso é uma certeza
Se índios, negros e brancos andassem de mãos dadas
Se para aprendermos não precissássemos de "porradas"
Se não houvesse fome, violência e desigualdade
Se o homem não pensasse em tanta rivalidade
Se tudo isso acontecesse o mundo melhoraria sem engano
Mas para isso acontecer depende de cada ser humano
By Gaby
O filme conta a história de Jerry Maguire, um empresário que cai em desgraça, e que
acaba por manter apenas um cliente, um famoso e problemático jogador de futebol. Através desta relação, o filme discute aspectos como amizade, solidariedade e capacidade de mudar.
O filme tambem mostra como o esporte foi se transformando em "apenas" uma forma de ascensão monetária e social. Há um trecho crucial do filme Jerry Maguire pergunta ao seu único cliente se quando ele começou a jogar, aindo criança, jogava pelo dinheiro. Ou seja, falta o "jogar por prazer, por amor". E foi só aí que Rod Tidwell, seu cliente, joga com paixão e consegue marcar um Touchdown.
Clique no link abaixo para ver o trailer do filme:
www.youtube.com/watch?v=uJRnddqsJZo
Filme: Jerry Magire – A grande virada
Gênero: Comédia
Ano: 1996
Direção: Cameron Crowe
Elenco:
Tom Cruise - Jerry Maguire
Cuba Gooding Jr - Rod Tidwell
Renée Zellweger - Dorothy Boyd
Kelly Preston - Avery Bishop
Jerry O'Connell - Frank Cushman
Jay Mohr - Bob Sugar
Bonnie Hunt - Laurel, irmã de Dorothy
Regina King - Marcee Tidwell
Jonathan Lipnicki - Ray Boyd
Principais prêmios e indicações:
Oscar 1997 - (EUA)
• Venceu na categoria de melhor ator coadjuvante (Cuba Gooding Jr.).
• indicado nas categorias de melhor ator (Tom Cruise), melhor filme, melhor montagem e melhor roteiro original.
Globo de Ouro 1997 - (EUA)
• Venceu na categoria de melhor ator em cinema - comédia / musical (Tom Cruise).
• Indicado nas categorias de melhor filme - comédia - muiscal e melhor ator coadjuvante em cinema (Cuba Gooding Jr.).
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Jerry Maguire - A Grande virada
Gênero: Comédia
Ano: 1996
Direção: Cameron Crowe
Elenco:
Tom Cruise - Jerry Maguire
Cuba Gooding Jr - Rod Tidwell
Renée Zellweger - Dorothy Boyd
Kelly Preston - Avery Bishop
Jerry O'Connell - Frank Cushman
Jay Mohr - Bob Sugar
Bonnie Hunt - Laurel, irmã de Dorothy
Regina King - Marcee Tidwell
Jonathan Lipnicki - Ray Boyd
Sinopse:
O filme conta a história de Jerry Maguire, um empresário que cai em desgraça, e que
acaba por manter apenas um cliente, um famoso e problemático jogador de futebol. Através desta relação, o filme discute aspectos como amizade, solidariedade e capacidade de mudar.
O filme tambem mostra como o esporte foi se transformando em "apenas" uma forma de ascensão monetária e social. Há um trecho crucial do filme Jerry Maguire pergunta ao seu único cliente se quando ele começou a jogar, aindo criança, jogava pelo dinheiro. Ou seja, falta o "jogar por prazer, por amor". E foi só aí que Rod Tidwell, seu cliente, joga com paixão e consegue marcar um Touchdown.
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Clique no link abaixo para ver o trailer do filme:
www.youtube.com/watch?v=uJRnddqsJZo
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Principais prêmios e indicações:
Oscar 1997 - (EUA)
•Venceu na categoria de melhor ator coadjuvante (Cuba Gooding Jr.).
•indicado nas categorias de melhor ator (Tom Cruise), melhor filme, melhor montagem e melhor roteiro original.
Globo de Ouro 1997 - (EUA)
•Venceu na categoria de melhor ator em cinema - comédia / musical (Tom Cruise).
•Indicado nas categorias de melhor filme - comédia - muiscal e melhor ator coadjuvante em cinema (Cuba Gooding Jr.).
Esse filme é muito bom!!!!
by Pâmela
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Lenda Urbana - De orgulho
O sol era um belo rapaz, muito forte e inteligente. A lua era uma indiazinha bonita e delicada. Conheceram-se numa festa da tribo, uma grande festa iluminada por fogueiras e vaga-lumes. O Sol viu a Lua e ficou apaixonado por ela. A Lua viu o Sol e também ficou apaixonada por ele. E começaram a namorar.
Só que a Lua era muito orgulhosa e gostava de ser importante. Não era a qualquer festa que ela ia, não. Nem a qualquer passeio. O Sol era mais camarada e aceitava qualquer convite. Assim, enquanto a Lua ficava geralmente fechada na oca, o Sol andava por tudo quanto era lugar, divertindo-se a valer. Caçava, pescava, nadava. A Lua não andava nada contente com este jeito de viver. Queria que ele fosse mais preocupado, que selecionasse melhor suas amizades. Era, porém, orgulhosa e nada dizia. O Sol notava que ela não estava satisfeita e não sabia o motivo. Havia, também, outra coisa que aborrecia a Lua: ela era muito vaidosa e gostava de se enfeitar, de se pintar. O Sol não se cuidava muito Tanto o Sol insistiu com a Lua para que lhe contasse o motivo de sua tristeza, que, um dia, a Lua, pondo de lado o orgulho, contou o que se passava: - Você deveria ser mais vaidoso e mais exigente! Queria que se enfeitasse mais, que escolhesse suas amizades com mais cuidado e também os seus passeios! - Por que? Gosto de ser simples, de conviver com todos, de ir a qualquer lugar! - Mas não está certo! Assim, não ficarei contente. Quero que meu namorado seja mais importante do que os outros! O Sol ficou muito triste. Como gostava da Lua, pôs-se a pensar no que ela havia dito. Começou a evitar os amigos, indo pescar, caçar e nadar sozinho, com ares de importante. Começou a ficar vaidoso, também. Enfeitava-se com as mais lindas penas. A Lua, por sua vez, vendo que o Sol estava ficando mais enfeitado do que ela, tratou logo de conseguir coisas mais valiosas. E pedia ao pai: - Papai, vou a uma festa e não quero usar os meus enfeites velhos! Quero que o senhor consiga para mim as penas mais bonitas que possam existir! - O que está acontecendo? Você foi sempre vaidosa, é verdade. Mas agora! Não faz mais nada senão enfeitar-se! E eu, então, vivo procurando penas, dentes, nem sei o que mais! Sempre que a Lua lhe pedia mais enfeites, ele queria saber o motivo de tanta vaidade. Tanto insistiu, que ela acabou contando. Ele ficou louco da vida. Então, por causa do Sol, ele, que já não era muito moço, andava pela selva que nem um condenado, procurando enfeites para a filha! Bufou, xingou, praguejou e continuou a fazer a vontade da Lua. Não podia, porém, ver mais o Sol. Estava com uma raiva louca daquele rapaz que só sabia enfeitar-se.
Certo dia, o pai da Lua estava perto de um rio, caçando pássaros para conseguir penas, pois logo haveria uma grande festa. O Sol devia ir e andava procurando, da mesma forma, conseguir penas bonitas. Embora o pai da Lua estivesse com raiva do moço, os dois continuaram com a amizade. - O senhor também está caçando? perguntou o Sol, assim que se avistaram. - Sim, respondeu o índio, meio carrancudo. Vai haver uma grande festa e minha filha quer ir bem enfeitada. - É verdade. Também vou. É por causa disso que estou aqui. Quero conseguir penas bonitas para fazer belos enfeites. - Aproveitando a ocasião, você poderia também conseguir penas e outros enfeites para a Lua, não é mesmo? Afinal, não seria mais do que a sua obrigação. Já não sou tão novo para andar atrás dessas coisas. - Realmente, mas a culpa não é minha. Ela não aceita nenhum presente meu! É muito orgulhosa e diz que a obrigação é do senhor! Continuaram caçando por ali. É claro que o Sol, sendo mais moço, levava vantagem, acertando sempre as mais bonitas.
Aí surgiu no céu, voando devagar, majestosamente, uma ave muito bonita. Devia ter vindo de longe, pois eles a conheciam. - Olhe! - gritou o Sol. Veja que ave maravilhosa! - Não a conheço! - exclamou o outro. - Vai ver que Tupã a enviou para que eu me enfeite com as suas penas. - Se
Tupã a enviou, foi para minha filha ser a mais linda da festa! A ave desceu e pousou numa árvore muito alta. Agora, eles podiam ver melhor suas cores. Eram lindas. Todas as cores do arco-íris estavam ali representadas. Os dois ficaram de boca aberta, tão distraídos, que se esqueceram de caça-la. O Sol gritou: - Preciso pegá-la! Tem de ser minha! - Eu vou pegá-la! - desafiou o pai da Lua. Cada um preparou depressa o arco e a flecha e apontaram para a pobre ave distraída e tranqüila. De repente, ela voou, ganhando altura. - Lá vai ela! - gritou o Sol. - Vai fugir! - exclamou o pai da Lua, desesperado. Atiraram as flechas. O Sol, embora fosse melhor atirador do que o velho, por qualquer motivo, errou. Sua flecha passou longe. A flecha do outro acertou em cheio. Porém a ave, como já estava a grande altitude, foi cair do outro lado do rio. Quando viu que havia errado, o Sol ficou louco da vida. Deu um chute numa pedra e urrou de dor. O velho, ao contrário, ficou muito contente, pulando de alegria. - Eu não disse que Tupã havia enviado a ave para a minha filha? - falou. - Então não foi Tupã, sendo eu teria acertado! - E você se julga melhor do que eu? - gritou o pai da Lua, mostrando que n&aatilde;o estava para brincadeira. O Sol, que era esperto, percebeu que podia criar inimizade com o velho, o que, é lógico, não seria interessante. Assim, procurou acalmá-lo: - Eu não quis dizer isso! Bem, vou buscar a ave para o senhor. - Nada disso! Se minha filha não quer favores seus, eu também não quero. Eu mesmo vou buscá-la. - Mas é preciso atravessar o rio e não temos nenhuma canoa aqui! Tem de ser a nado! - O que você pretende dizer com isso? Então, não sei nadar? O velho era teimoso e não quis saber de nada. Pulou na água e foi nadando. No meio do rio é que a coisa aconteceu. Não agüentou e começou a se afogar. O Sol saltou na água e nadou rapidamente na direção do pai da Lua. O velho já estava nas últimas. O Sol chegou bem a tempo, colocou-o a salvo na margem e foi buscar a ave. - Eis a sua ave! - disse o Sol. - Minha, não! Sua! - exclamou o velho. - Como assim? - admirou-se o Sol. O velho olhou para ele, ficou uns instantes em silêncio e depois, destacando bem as sílabas, como se o outro fosse meio surdo, disse: - A ave é sua e não minha. Sabe por que? Ficou mais um pouco em silêncio e explicou: - Se você me salvou a vida e ainda foi buscar a ave, tem mais direito a ela do que eu! - De jeito nenhum! Não posso aceitar! Fique com ela! Os dois permaneceram naquilo um bom tempo. Aí, o velho teve uma idéia, mas não a revelou ao Sol. - Está certo. Levarei a ave. Vamos! - disse. Quando chegaram à aldeia, o velho propôs dividir as penas entre o Sol e a Lua. O Sol ficou horrorizado. Nunca! A Lua ficou brava como uma onça. O que? Usar as penas da mesma ave? Nem sonhando! O Sol que ficasse com a ave inteira! Ele não aceitou, nem a Lua, e a ave foi jogada num canto da oca. O Sol foi embora, zangado.
Ao saber que o namorado salvara seu pai, a Lua ficou ainda mais aborrecida. Não tinha dúvida de que o Sol ia ficar mais vaidoso do que nunca. Quando toda a aldeia soube do caso, prestou as maiores homenagens ao herói. Só se falava no Sol. A Lua, para se acalmar, foi dar uma volta pela redondeza. Ao passar perto de um abismo, cuja profundidade ninguém sabia, ouviu uns gritos que vinham lá de dentro. Olhou cuidadosamente para ver o que era. Logo abaixo, agarrada a umas pedras, estava a mãe do Sol, já no fim de suas forças. Tinha-se distraído e caíra no abismo. O que fazer? Se fosse até à aldeia, não voltaria a tempo de salvar a velha índia. Rapidamente, a Lua apanhou um cipó, amarrou-o a uma árvore ali perto e, agarrando-se ao cipó, desceu até as pedras. Arriscando a vida, conseguiu amarrar a mulher pela cintura. Subiu e começou a puxar a mãe do Sol. Não teria agüentado aquele peso, mas, sentindo-se perto da salvação, a mulher agarrou-se com unhas e dentes nas saliências do abismo e ajudou a Lua a salvá-la.
Na aldeia, o Sol estava entre uma roda de rapazes, contando como salvara o pai da Lua. A mãe dele, então, chegou e contou o que havia acontecido. Logo, a Lua começou a ser homenageada e, com todo o orgulho possível, ela disse ao Sol: - Agora estamos iguais, não estamos? Continuaram a namorar, porém a disputa era maior do que antes. Um não sabia o que fazer para se destacar mais do que o outro. A Lua e sua família andavam tão preocupadas, que nem se lembraram da ave largada num canto da oca. Ficou ali uma porção de tempo, sem que ninguém percebesse.
A tal festa muito importante ia realizar-se na aldeia. Grandes preparativos estavam sendo feitos, muita bebida e muita comida. O pai da Lua estava às voltas com novos enfeites e o Sol também andava pela selva com a mesma intenção. Mais tarde, a Lua recebeu os seus enfeites e preparou-se o melhor que pôde. Quando o Sol chegou, ela estava muito bonita. Ele, muito distinto e elegante, atraía olhares. - Como os seus enfeites são lindos! - ele disse. A Lua ficou toda orgulhosa, mas ele completou: - Só que os meus são muito mais! - Os seus? Ah, ah, ah! - caçoou a Lua, olhando para o Sol com cara de compaixão. O pai dela, muito aflito, vendo a discussão que já se formava, andava de um lado para outro, sem saber o que fazer. E os dois vaidosos falavam, nenhum querendo perder. O velho, ansioso para acabar com aquilo, andava e olhava por todos os cantos. Acabou encontrando a ave, um pouco escondida por uns cestos: - Olhem! Aquela ave que nós caçamos! Ainda está aqui! A Lua olhou, horrorizada: - Como é que pôde ficar esquecida? O Sol aproveitou par fazer um comentário maldoso: - Aquela ave? Não acredito! Então, Lua? Não é só a vaidade pessoal que tem valor, a oca também merece um pouco de cuidado! Há muito tempo que você não faz uma limpeza por aqui, hein? - Calma, calma! - pedia o velho, arrependido da sua descoberta, segurando a ave pelos pés. Eles estavam discutindo, quando a ave criou vida. O pai da Lua, vendo-a mexer-se, deu um grito que atraiu todos os índios da aldeia. Ouviu-se um estrondo e se formou uma fumaceira que não deixava ver nada. Quando voltaram a enxergar, no lugar da ave estava Tupã em pessoa. Não havia índio que não tremesse! Imponente, impressionante, olhou para os dois jovens e disse: - Vocês são muito vaidosos e orgulhosos. Não é possível o que estão fazendo. Só se preocupam em ser notados! Só desejam riquezas! As penas da ave que enviei eram mágicas! Se tivessem sido repartidas entre os dois, vocês teriam deixado de ser assim. Mas a vaidade venceu. Pois vão ser ricos e adorados por todos. Você, Sol, será transformado num rei adornado de ouro. E você, Lua, será transformada numa rainha coberta de prata. Imediatamente, Tupã e os dois moços sumiram. E, a partir daquele momento, o Sol e a Lua começaram seu passeio pelo céu.
By Juliana
Lendas Urbanas
" A Esquina Amaldiçoada "
:: Em Uberaba MG, mais precisamente na avenida Santos Dumont, existe uma esquina em que loja que abre naquele local, não vai pra frente. Em menos de um ano o que consegui contar foi: Churrasquaria, bingo, igreja evangélica, salão de beleza, boate. Dizem que o terreno em que foi construído o imóvel foi vendido em uma trapaça e que o antigo dono fez um trabalho de macumba para que nada desse certo naquele local: enterrou uma cabeça de touro junto com uma imagem do demônio. Todos que trabalham no comércio ali por perto sabem da história. Se é ou não verdade, isso eu não posso afirmar. Mas que nada dá certo naquele lugar, isso não dá pra negar!
" Almas Aprisionadas na Ponte de Florianópolis "
:: Ao iniciarem a construção da 2ª ponte que dá acesso à Ilha de Florianópolis, não tinham muitos trabalhadores no local, então chamaram trabalhadores de outras regiões do Brasil para dar inicio às obras. Quando morriam por acidente de trabalho ou doença, muitos cujas famílias eram pobres demais para transportar o corpo ou simplesmente não tinham família, seus cadáveres eram jogados dentro do concreto das fundações. E dizem até hoje que se você atravessa a passarela da ponte Colombo Salles e encosta o ouvido na parede, consegue ouvir os mortos rangendo, lamentando-se e arranhando pelo lado de dentro. Não fique muito tempo por lá, que você pode ser puxado pelos que não têm descanso para dentro do concreto. Sabem como é, uma lenda, mas sempre que passo por lá, o meu passo é acelerado.
Fotografia Nupcial "
:: Um Senhor chamado José era casado com uma mulher chamada Maria, em uma de suas escapadas para farrear com os amigos ele conheceu outra mulher chamada Ana, eles se conheceram em uma festa de uma fazenda da região e começaram um romance, Ana não sabia da existência de Maria na vida de José, ela nunca comentou nada. O tempo foi passando e José e Ana foram ficando mais apaixonados um pelo outro, Ana então disse que queria se casar com José o mais rápido. José ficou desesperado e não sabia o que fazer, pois já era casado com Maria, foi então que em um momento de loucura teve aquela idéia diabólica, mataria Maria, sua verdadeira esposa, e se casaria com Ana. José planeja tudo muito bem o executou seu plano sinistro, levou Maria para um passeio noturno e no meio de um canavial ele a matou a golpes de facão, o que José não sabia era que Maria estava grávida e ela implorava para que ele não fizesse aquilo, pois ela esperava um filho dele, mas José estava transtornado e não escutava nada, só queria saber de acabar com tudo logo. Enfim o tempo passou José disse para as pessoas que conheciam Maria que ela havia descoberto que ele a havia traído e então resolveu voltar para a casa de sua mãe em Pernambuco, sendo assim ninguém comentou muito o sumiço de Maria. Passou-se o tempo e José armou seu casamento com Ana que estava feliz da vida. Fizeram uma festa de arromba em um sitio da região, quase metade da cidade estava na festa que estava muito bonita.Foi realizado o casamento ali mesmo no sitio e foi contratado um fotografo para registra o acontecimento. Meus amigos até agora nada de muito estranho nesta historia, mas o "ESTRANHO" vem agora."TODAS AS FOTOS" tiradas no casamento em que deveria aparecer José e Ana juntos apareceu José e Maria com uma criança no colo.
By Juliana
Lendas Urbanas
" Aparições "
:: Em 1984 meu avô estava muito doente fomos morar na casa dele para minha mãe ajudar a tomar conta dele. A casa que agora pertences aos filhos de meu avô (inclusive minha mãe) é bem antiga são quatro casas em um quintal fora um quartinho com banheiro para hospedes e empregadas. Minha mãe morava na casa da frente. Meus avos e minha tia na do meio e nas duas ultimas dois inquilinos. Os meses se passaram e a saúde do meu avô ia se agravando. Nesse período a irmã gêmea do meu avô faleceu. Como ele estava muito doente resolveram não contar nada a ele. Passadas algumas semanas a saúde de meu avô piorava. Piorava. Então os 15 filhos de meu avô que moravam aqui em São Paulo resolveram dormir com ele para trocar a sonda que ele usava direto, socorre-lo em caso de algo ruim acontecer. Foi decidido que minha mãe e minha madrinha ficariam com ele durante o dia e os outros dormiriam com ele à noite. A primeira "vítima" foi meu padrinho (filho caçula de meu vô), ele foi dormir por volta das 9:30 hs e algumas horas mais tarde acordou com meu avô resmungando. - Ana. Ana. Ana. (esse era o nome da minha avó). Meu tio levantou e pensou ter visto minha avó em pé do lado da cama do meu vu. - Mãe vai dormir o pai da bem. A mulher não respondeu. Quando ele ficou de pé a mulher saiu em direção a cozinha. No outro dia meu tio foi falar com minha avó. Ela jurou de pés juntos que não era ela. Ele ficou com a pulga atrás da orelha e meu vu achava que era meu vu que estava ao lado dele. Meus outros tios também presenciaram o mesmo fato (foram cinco dias consecutivos) todos ficaram assustados e começaram a achar que minha avó era sonâmbula. Passada uma semana do primeiro dia da aparição. Eu cheguei tarde com meu pai de um passeio era umas 11:00 s da noite era uma sexta-feira e nós dois tínhamos ido jogar cartas na casa de um tio dele (eu adorava esses programas feitos com meu pai) Quando passamos pelo corredor vi uma senhora com a feição da minha avó a mesma maneira de se vestir tudo. Corri até ela, mas quando cheguei perto ela sumiu. Meu pai também tinha visto, me deixou com minha mãe e foi chamar meu tio no quarto do meu vô. Quando meu tio levantou foram ao quarto da minha tia e minha avó estava dormindo como uma pedra. Minha tia estava vendo teve e disse que ela estava dormindo fazia umas duas horas e não tinha levantado. Todos começaram a se apavorar.No sábado a tal senhora apareceu de novo e foi reconhecida pelo filho mais velho do meu avô. Era a irmã gêmea dele que havia morrido meses antes. Quando decidirão contar a verdade para meu avô, já era meio tarde, ele tinha piorado e foi internado e acabou falecendo, sem saber por ninguém, a não ser por ela (creio) que a irmã tinha falecido. Foram nove aparições consecutivas. Ninguém gosta de tocar nesse assunto até hoje, e para mim sempre falaram que era minha avó. Fui à única neta que viu, pelo menos a única que assumiu ter visto. Eu tinha 11 anos e meu avô faleceu no dia 08/01/1985. Colamos para o Jaraguá logo depois da morte dele
sábado, 8 de novembro de 2008
Permanência na Empresa
1º Fator - Motivação
A motivação é um conceito que se invoca com freqüência para explicar as variações de determinados comportamentos e, sem dúvida, apresenta uma grande importância para a compreensão do comportamento humano, um estado interno resultante de uma necessidade que desperta certo comportamento. Os usos que uma pessoa der às suas capacidades humanas dependem da sua motivação, seus desejos, suas carências, ambições, apetites, amores, ódios e medos. As diferentes motivações e cognições de uma pessoa explicam a diferença de cada uma. Alguns psicólogos afirmam que motivação é o desejo consciente de se obter algo, sendo, assim, uma determinante da forma como o indivíduo se comporta. As organizações tentaram, através do modelo mecanicista, impor que o trabalhador separe a realidade da vida profissional. Mera ilusão. A pessoa é um todo, em que convivem razão e emoção, vida pessoal e profissional. A grande luta será preparar indivíduos para gerenciar de forma mais afetiva as questões pessoais e profissionais. Atualmente o mercado de trabalho está muito competitivo, exigindo que as pessoas estejam em constante inovação. E para que isso ocorra devemos estar sempre motivados em nosso trabalho, pois o nosso desempenho é a garantia de nossa permanência. O objetivo deste trabalho monográfico é esclarecer e ajudar as pessoas a estar sempre motivadas em seu trabalho, contribuindo para que todas as pessoas possam trabalhar e ser feliz o tempo todo.
2º Fator - Fatos que agradam as pessoas no seu ambiente de trabalho
Quando se vai a uma festa ou a algum lugar, no mínimo, o que se esperar é querer ser bem-recebido tanto na chegada quanto durante o período de permanência naquele local. Caso contrário, a imagem que se leva daquele momento não será nada agradável e até mesmo negativa. Da mesma forma que ocorre na
Conclusão
A permanência na empresa apresenta vários fatores pelo qual todos têm que seguir, como ter hábitos diferenciados em locais certos, se expor no momento certo, agir sempre com certeza sem medo de errar, mostrar – se sempre motivado gostando do que está fazendo, não deixar que nada na vida de certa forma seja mentira, como por exemplo, fazer uma coisa que não esta se sentindo bem e deixar que isso fique por muito tempo.
A empresa também tem que demonstrar carinho, transmitir aspectos bons, feedbacks exatos, fazer com que seu funcionário se sinta cada vez melhor a cada dia que passe, melhorando sempre seu desempenho e tendo certeza que as coisas com o qual ele está fazendo pela empresa esta tendo retorno não só para ela mais sim para os dois.
by Gabriel
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Os Riscos no uso do Computador
Riscos ergonômicos são os fatores que podem afetar a integridade física ou mental do trabalhador, proporcionando-lhe desconforto ou doença.
Algumas medidas podem e devem ser adotadas:
- O monitor deve estar com sua parte superior ao nível dos olhos do usuário;
- A distância entre o monitor e o operador deve ser equivalente extensão do braço;
- O monitor deve ser ajustado para não permitir reflexos da iluminação do ambiente;
- Os pés devem estar apoiados no chão ou em um suporte;
- Os pulsos deverão estar relaxados, porém sem estarem flexionados;
- Se há necessidade de leitura e digitação de dados, deve ser usado um suporte para documento, para evitar os movimentos repetidos do pescoço;
- O usuário deve fazer pausas regulares para descanso, levantar, caminhar e exercitar os pulsos e pescoço com movimentos de flexão e extensão. A doção desses procedimentos contribui para um trabalho mais seguro e evita que ocorram doenças profissionais, isto é, aquelas ocasionadas por atividades sucessivas, repetitivas e estressantes.
¨Lembre-se que o bem-estar físico e psicológico dos trabalhadores se reflete no seu desempenho profissional e é resultado de uma política global dos empregadores e trabalhadores em segurança e meio ambiente.¨

By Marcelo Diniz
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Saúde e Segurança no Trabalho
- Riscos com eletricidade- o uso de benjamim para ligar vários aparelhos elétricos, como mostra a figura, pode provocar superaquecimento dos condutores.
- Superaquecimento- aparelhos elétricos deixados em funcionamento poderão aquecer materiais de fácil combustão, pelo calor que se desprende deles próprios, mesmo quando corretamente ligados, e provocar acidentes.
- Curto-circuito- o resultado da pane, quando há defeitos nas instalações elétricas.
- Pontas de cigarros- palitos de fósforos ou pontas de cigarros jogadas em cestas de lixo, por exemplo. Os fumantes devem ter cuidado ao descartar as pontas de seus cigarros e não fumar em áreas proibidas.
- Balão- é proibido por lei soltar balões, que causam muitos incêndios em florestas e também nas áreas industruiais.
- Gás de cozinha- acontecem acidentes por defeito nas conexões, deixando escapar gás em ambientes nem sempre ventilados.Podemos evitá-los mantendo os cilindros (botijões) em lugares próprios, ventilados, e a instalação sem vazamento. Deve-se fechar o registro quando não se estiver utilizando o fogão.
Acidentes podem ser evitados. Todos somos responsáveis pela nossa própria segurança e pela dos outros, onde quer que estejamos.
Durante muito tempo, a segurança do trabalho foi vista como um tema que se relacionava apenas com o uso de capacetes, botas, cintos de segurança e uma série de outros equipamentos de proteção individual contra acidentes.Atualmentes, é preciso adotar outros procedimentos para proteger a saúde do trabalhador.

By Mih♥
Meio ambiente / ecologia

Carta do Cacique americano ao
Presidente dos Estados Unidos da América
Em 1854, o Governo dos Estados Unidos tentava convencer o chefe indígenaSeatle a vender suas terras. Como resposta, o chefe enviou uma carta aopresidente que se tornou famosa em todo o mundo. Seu conteúdo mereceuma reflexão atenta pois é uma lição que deve ser cultivada por todos, poresta e pelas futuras gerações
Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo. A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho.
Os mortos do homem branco esquecem sua terra de origem quando vão caminhar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta bela terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela faz parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia, são nossos irmãos. Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do corpo do potro, e o homem - todos pertencem à mesma família.
Portanto, quando o Grande Chefe em Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, pede muito de nós.
O Grande Chefe diz que nos reservará um lugar onde possamos viver satisfeitos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, nós vamos considerar sua oferta de comprar nossa terra. Mas isso não será fácil. Esta terra é sagrada para nós.
Essa água brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, e devem ensinar as suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo. O murmúrio das águas é a voz de meus ancestrais.Os rios são nossos irmãos, saciam nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.
Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção da terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, prossegue seu caminho. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa. A sepultura de seu pai e os direitos de seus filhos são esquecidos. Trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como coisas que possam ser compradas, saqueadas, vendidas como carneiros ou enfeites coloridos. Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto.
Eu não sei, nossos costumes são diferentes dos seus. A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda.
Não há um lugar quieto nas cidades do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de folhas na primavera ou o bater das asas de um inseto. Mas talvez seja porque eu sou um selvagem e não compreendo. O ruído parece somente insultar os ouvidos.
E o que resta da vida se um homem não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de uma lagoa, à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo. O índio prefere o suave murmúrio do vento encrespando a face do lago, e o próprio vento, limpo por uma chuva diurna ou perfumado pelos pinheiros.
O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro - o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. Parece que o homem branco não sente o ar que respira. Como um homem agonizante há vários dias, é insensível ao mau cheiro. Mas se vendermos nossa terra ao homem branco, ele deve lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar compartilha seu espírito com toda a vida que mantém. O vento que deu a nosso avô seu primeiro inspirar também recebe seu último suspiro. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la intacta e sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco possa ir saborear o vento açucarado pelas flores dos prados.
Portanto, vamos meditar sobre sua oferta de comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais desta terra como seus irmãos.
Sou um selvagem e não compreendo qualquer outra forma de agir. Vi um milhar de búfalos apodrecendo na planície, abandonados pelo homem branco que os alvejou de um trem ao passar. Eu sou um selvagem e não compreendo como é que o fumegante cavalo de ferro pode ser mais importante que o búfalo, que sacrificamos somente para permanecer vivos.
O que é o homem sem os animais? Se todos os animais se fossem o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem. Há uma ligação em tudo.
Vocês devem ensinar às suas crianças que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós. Para que respeitem a terra, digam a seus filhos que ela foi enriquecida com as vidas de nosso povo. Ensinem as suas crianças o que ensinamos as nossas que a terra é nossa mãe. Tudo o que acontecer à terra, acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos.
Isto sabemos: a terra não pertence ao homem; o homem pertence à terra. Isto sabemos: todas as coisas estão ligadas como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo.
O que ocorrer com a terra recairá sobre os filhos da terra. O homem não tramou o tecido da vida; ele é simplesmente um de seus fios. Tudo o que fizer ao tecido, fará a si mesmo.
Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala com ele de amigo para amigo, não pode estar isento do destino comum. É possível que sejamos irmãos, apesar de tudo. Veremos. De uma coisa estamos certos - e o homem branco poderá vir a descobrir um dia: nosso Deus é o mesmo Deus. Vocês podem pensar que O possuem, como desejam possuir nossa terra; mas não é possível. Ele é o Deus do homem, e Sua compaixão é igual para o homem vermelho e para o homem branco. A terra lhe é preciosa, e ferí-la é desprezar seu criador. Os brancos também passarão; talvez mais cedo que todas as outras tribos. Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios dejetos.
Mas quando de sua desaparição, vocês brilharão intensamente, iluminados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e por alguma razão especial lhes deu o domínio sobre a terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é um mistério para nós, pois não compreendemos que todos os búfalos sejam exterminados, os cavalos bravios sejam todos domados, os recantos secretos da floresta densa impregnadas do cheiro de muitos homens, e a visão dos morros obstruída por fios que falam.
Onde está o arvoredo?
Desapareceu.
Onde está a águia?
Desapareceu
É o final da vida e o início da sobrevivência.''
domingo, 2 de novembro de 2008
Definição de lenda
De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto da imaginação aventuresca humana.
Com exemplos bem definidos em todos os países do mundo, as lendas geralmente fornecem explicações plausíveis e até certo ponto aceitáveis para coisas que não têm explicações científicas comprovadas, como acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Podemos entender que Lenda é uma degeneração do Mito. Como diz o dito popular "Quem conta um conto aumenta um ponto", as lendas, pelo fato de serem repassadas oralmente de geração a geração, sofrem alterações à medida em que vão sendo recontadas.
Diversão e cultura popular
Corpo-Seco
Segundo a lenda, é um homem que passou a vida batendo na mãe. Quando morreu, foi rejeitado por Deus e pelo Diabo, inclusive pela terra que enojada repeliu-o. Um dia, se levantou de sua tumba, completamente podre, e vive grudado em arvores que depois ficam secas.
No interior de São Paulo, há uma variante desta lenda, conta-se que quando uma pessoa passa perto do corpo seco ele pula nela e suga todo seu sangue, se não passar nenhuma pessoa ele vai morrer, porque se alimenta do sangue humano (semelhante a um vampiro). Há ainda relatos do corpo seco no estado do Paraná, Amazonas, em alguns países africanos de língua portuguesa e na região Centro-Oeste, principalmente.
Até hoje, há o dito popular: "Quem bate na mãe fica com a mão seca".
Lenda da criação das estrelas
Algumas índias foram colher milho para fazer pão para seus maridos. Um indiozinho seguiu a mãe e, ao vê-las fazendo pão, roubou um monte de milho. Chamou seus amigos e foram pedir para a avó fazer pão para eles também. As mães, sentindo a falta do milho, começaram a procurá-lo. Os meninos, depois que comeram o pão, resolveram fugir para o mato. Para que a avó não contasse o que tinham feito, cortaram-lhe a língua. Então chamaram o colibri e pediram para que amarrasse lá no céu o maior cipó que encontrasse e começaram a subir. As mães perceberam que as crianças não estavam na tribo. Desesperadas, perguntaram para a avó o que tinha acontecido , mas essa não podia responder. Então , uma das mães olhou para o céu e viu os meninos subindo pelo cipó. As mães correram e imploraram para que voltassem , mas os meninos não obedeceram. Então, elas decidiram subir no cipó também. Mas os indiozinhos cortaram-no e as mães caíram transformando-se em animais selvagens. Os meninos malvados , como castigo , tiveram que olhar fixamente todas as noites para a terra , para ver o que aconteceu com suas mães. Seus olhos sempre abertos são as estrelas.
Lenda da Lua
A lenda indígena da Lua, conta que Manduka namorava sua irmã. Todas as noites ia deitar-se com ela, mas não mostrava o rosto e nem falava , para não ser identificado. A irmã, muito curiosa, tentando descobrir quem era que deitava com ela, passou tinta de jenipapo no rosto de Manduka. Ele ao levantar-se pela manhã lavou o rosto , porém as marcas da tinta não saiu. Foi assim que ela descobriu com quem deitava-se. Ficou muito brava, com muita vergonha e chorou muito. Manduka também ficou com vergonha pois todos ficaram sabendo o que ele tinha feito. Então Manduka subiu numa árvore que ia até o céu. Depois desceu para dizer a sua tribo que ia voltar para árvore e não desceria nunca mais. Levou com ele uma cotia pra não sentir-se muito só. Foi assim que Manduka virou a lua. E é por isso que a lua tem manchas escuras, umas são por causa da tinta de jenipapo que a irmã passou em seu rosto e as outras manchas na lua é a cotia que ele levou, comendo um coco.



